DE ONDE SURGIU O “COR DE ROSA”?

Nesta nossa jornada das cores, é preciso contextualizar a origem dos pigmentos, das sensações que eles causam e inclusive colocar pontuações históricas para que possamos compreender o significado delas em nosso inconsciente – já que a sensação que temos das cores e a forma que escolhemos usá-las têm muito de uma informação que é coletiva, estabelecida socialmente e nem sempre nos damos conta disso. Continue Reading ›

ROXO: ALTA FREQUÊNCIA, DUALIDADE E ESPLENDOR

 

Em se tratando de luz, o violeta é a onda mais curta, medindo aproximadamente 380 – 450 nm. Quanto menor o comprimento, maior é a frequência vibracional.

A alta frequência da luz violeta pode nos trazer muitos benefícios físicos e mentais. Estudos científicos a respeito da cromoterapia têm sido realizados e trazidos até nós de uma maneira mais confiável, desvinculando tal conhecimento do universo esotérico. Continue Reading ›

O VISÍVEL E INVISÍVEL VIOLETA

Violeta, roxo, púrpura, lavanda, lilás… são todos roxos? São todos iguais?

Certamente, você não vai ver o roxo/violeta e suas variações entre as preferidas. Até porque as pessoas têm certa dificuldade em classificar a própria cor ou suas diversas nuances! Quem tem contato com as cores sabe que um tiquinho a mais de vermelho, magenta ou azul, muda completamente sua nomenclatura. Isso sem falar nas demais, como o branco, preto, cinza e o amarelo, que também podem compor o roxo de modo diferenciado. Continue Reading ›

ATENÇÃO: USANDO O VERMELHO!

O vermelho, a cor mais impactante que temos, foi escolhida para sinalizar mundialmente o “pare” dos semáforos, pois é considerada a luz menos natural e mais distinta se comparada ao céu. É natural que esse código de “parar” ou de chamar atenção que o vermelho ganhou seja transferido para outras situações. Analogias mil são realizadas e dessa forma o signo é expandido, assim como todos os outros.

Essa cor tão nobre também cansa mais as nossas vistas, pois exige mais do nosso aparelho ocular. Junto com as demais cores quentes (laranja e amarelo), ela nos parece mais próxima e dá a sensação de expansão dos objetos, roupas ou qualquer outro elemento. A explicação está no fato de que, para vermos tais cores, nosso cristalino se acomoda para focar melhor, criando, então, a sensação de  estarem perto. Continue Reading ›

O VERMELHO E O FEMININO

Imagem original: Brutamor

Atualmente, o vermelho e suas nuances remetem ao universo feminino quase que instantaneamente, basta reparar nas embalagens de produtos para mulheres ou nos buquês de flores, associados ao estereotipado universo feminino pela publicidade. No entanto, ele imperou como a cor simbólica da energia masculina – o vermelho ativo, positivo, quente e agressivo, em oposição ao azul feminino, suave, delicado e imaterial.

Já falamos em Azul 2/3 que esse padrão simbólico não diz respeito ao gênero nem a orientação sexual, pois se trata de uma característica que todos nós temos, em maior ou menor evidência. É sempre interessante buscarmos assimilar a energia ou poder de expressão que cores, formas e elementos carregam e usar tudo isso em nosso favor. Continue Reading ›

A SIMBOLOGIA DO VERMELHO – FOGO E (R)EVOLUÇÃO

Em seu uso, o vermelho é classificado como uma cor quente, por representar o calor do fogo e do sol. Veja bem, ele representa as sensações físicas e emocionais causadas em nós quando ficamos em contato com tais elementos, e que não necessariamente são da cor vermelha por completo (as chamas do fogo podem ser brancas, azuis e amarelas, ou alaranjadas e vermelhas, mas nem sempre).

Para entender a simbologia do vermelho, é necessário observar a origem das abordagens.  De um modo geral, o fogo aquece, ilumina diante a escuridão e “purifica a alma”. Ele é considerado um elemento transmutador. Mas, como vimos na passagem pelo verde, esse calor pode ter conotação positiva ou negativa, dependendo da paisagem e condição climática em que está inserido. Continue Reading ›

O TOQUE DO VERMELHO

“A cor é o toque, o olho, o martelo que faz vibrar a alma, o instrumento de mil cordas.” Kandinsky, 1969.

O que você pensa quando ouve a palavra vermelho? E o que você sente quando vê essa cor?

Geralmente, quando nos referimos ao vermelho, pensamos diretamente na cor em si, ao invés de objetos ou elementos que tenham esse matiz. É assim com você também?

O simbolismo do vermelho é, como o de qualquer outra cor, existencial, marcado por vivências que todo mundo já teve algum dia. Ele nos impacta, prende nossa atenção, é uma das mais fáceis de impregnar em nossa memória, não à toa é tão explorado pelo cinema e pela publicidade. Continue Reading ›

VERDE E SEUS ACORDES

como combinar roupas verdes, por andresa caparroz

Imagem original: fotógrafa Kelsey McClellan  Updateordie

Essa é a terceira e última parada na abordagem da simbologia da cor Verde! Aqui vocês encontram a primeira e segunda parte. Mas, como podemos usar essa cor tão positiva?

Na hora de evocar emoções, o verde é considerado uma cor que traz efetiva calma. Tonalidades claras e acinzentadas são confortáveis de serem vistas por um longo tempo. Ele relaxa nossa visão sem pesá-la, por isso a cor escolhida para os quadros de lousa da escola era o verde. Ele também atenua o impacto do vermelho quando o sobrepõe, tornando-o amarronzado. Por esse motivo e pelo efeito calmante, os uniformes cirúrgicos são verde-claro. Daí surgiu o verde hospitalar, que se estende aos ambientes clínicos.

Pensando em acordes cromáticos, o verde é uma cor bastante versátil. Como ele marca presença tanto com tonalidades frias quanto quentes, é capaz de criar contrastes de temperatura superinteressantes, e para mais de uma estação, no caso da coloração pessoal. Continue Reading ›

VERDE, O CAMINHO DO MEIO

simbologia das cores - verde - por Andresa Caparroz

Imagem original: 500px.com

50 Tons de verde

Não é fácil classificar o verde, mesmo para quem trabalha com cores e as combinações delas na questão do estilo pessoal. O verde é o pigmento que mais apresenta nuances. Além da alteração se dar mais ou menos pela quantidade de azul, amarelo, branco, preto ou cinza, ele também não perde sua característica básica quando misturado com marrom e vermelho. Isso dá ao verde uma característica super versátil, para não dizer camaleoa. Esse aspecto mutável também é percebido sob luz natural ou artificial, sendo a cor que mais muda diante das diferentes fontes de luz.

Quanto mais azul, mais frio o verde será e quanto mais amarelo, mais quente ele será. Ele pode ser tanto fresco ou cítrico, quanto morno ou abafado (como o clima de florestas fechadas), mas nunca será extremamente frio ou quente.

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